segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A Tapioca do Sorriso Dela - Declamado

Esta semana, Neyl Santos participou de um sarau onde apresentou seu cordel "A Tapioca do Sorriso dela". Abaixo vídeo deste momento.



quarta-feira, 13 de julho de 2011

Antes de Levantar

Antes de levantar, olhe em tua volta
Teu corpo despido, o silêncio das paredes...
Recortes de um livro velho no chão postos
Imprescritíveis sentimentos.
A aurora chega radiante
Ao lado da cama, um simples roupão de chita
Aguardando paciente pra te envolver.
Pela Janela, Uma brisa suave trás o canto do Passarinho
Anunciando que a noite dura, ACABOU!
Toca o chão gelado com teus pés, toma o roupão
E Levanta pra fazer deste dia
O Mais Belo Em Tua Vida!

Neyl Santos

terça-feira, 12 de julho de 2011

Uma cena!

Como criança no meio da festa
Tu andas contente no meio das tuas
Todas comentam da tua presença
Vestem roupa de gala pra tua visita.
O sol sai do frio pra ver esta cena
Seus raios mimosos tocam a tua pele
Gerando um clima em tua volta
Que atrai os olhos famintos do belo.
O vento atrevido faz vôos rasantes
Mexendo nas pétalas de teu cabelo
Espalha teu pólen no meio das rosas
Propaga teu cheiro por toda a cidade
Uns olhos de sorte registram o momento
Que poetiza um pobre amante.

Neyl Santos

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Relatando um Sonho

Tua mão me tapeia no fim de um sorriso, na altura do ombro tua mãozinha desce vai rapidamente pra junto do teu corpo. Mais um sorriso e mais uma tapa. No terceiro eu já calculado os teus movimentos, entre teu sorriso e a mão que levanta meu corpo desvia tua mão desce toda, o mundo se cala se ouve um estalo, são dois anéis pretos que se encontraram quando minha mão para a tua.

O clima criou-se teu sorriso fecha, meus olhos procuram teus olhos e estes só olham pras duas mãos juntas. Então eu te puxo pra junto de eu o teu corpo corre e cola no meu, nesse instante além de calado o mundo se some eu só tenho a tu e tu só a mim. Tu tenta falar meu dedo não deixa, escorrem meus dedos na tua bochecha até tua nuca quando tua face cai. Minha testa encosta na tua levanto teu rosto.
Minha mão sai da tua e vai pras tuas costas, a outra levanta teu rosto pelo queixo até que os olhos se fecham por inteiro, foram os lábios que se tocaram...

Um troço desce por minha espinha, os pelim do meu corpo todos se levantam o metal de tua boca não te tira à doçura, eu sinto o teu cheiro de uma rosa rara. Foi lindo foi mágico aquele momento até nosso beijo terminar com um moleque pulando e gritando em nossa volta: “Tá namorando! Tá namorando! Tá namorando!...”


Neyl Santos

terça-feira, 28 de junho de 2011

Capricho


Capricho
Neyl Santos

Talvez eu não te ame!
E só queira tua boca beijar
Em teu corpo todo viajar
E aquecer-me com o calor de teu ser.
Talvez eu só quero um sorriso
Um abraço um gesto de carinho
E ficar contigo agarradinho
Vendo a Fialhada crescer.
Talvez eu não te ame
E só queira contigo viver
Todo dia com Beijos te acordar
Com meus versos te presentear
Te mostrar pra todo mundo ver.
Andar, talvez é o que quero
De mãos dadas sob o luar
Gritando pra todo mundo escutar
Seja aqui ou na imensidão
Talvez seja só um capricho
De um poeta que não sabe amar
Nem tão pouco sabe explicar
O que tem dentro do coração.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Maria Fulor

Acordado na beleza singela de Maria fulor

Que brilhava a luz de uma lua cheia

Um brilho prateados em sua pele negra

Refletia em meus olhos em hipnotizava

Pois me vinham lembranças com gosto de saudade

Calado estávamos mais era como se nos fossemos

Velhos conhecidos pois

O silencio falava bem mais que nos 02

Vez ou outras falava sobre coisas desconexas

Em uma noite onde parecia quês as nuvem apontava para Maria

Onde alua parecia ser sua amiga de infância

Estando sempre ao seu lado

Foi ali que conheci Maria Fulor

Rafael Filipe

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ABRAÇOS DE ÍNDIA!

Por um momento os meus olhos Travaram
Foi ai que senti minhas pálpebras pesarem como chumbo,

Fixei os meus olhos. E fui presenteado

Com um abraço que não tinha sido igual á outros.

Parecia um abraço de índia!

Era tão envolvente, protetor, caloroso e aconchegante.

Que mais parecia uma coxa de retalho!

Igual aquela que em dias de chuva tudo em que pensamos e queremos.

È ficar em baixo das cobertas nos aquecendo.

Á por falar em chuva!

Foi ela que nos trouxe a realidade!

Foi ela que nos afastou.

Fazendo assim com que a noite terminasse para nos dois com um simples

Boa Noite!...

Rafael Filipe